quarta-feira, 12 de julho de 2023

BOM DIA EVANGELHO - 13.7.023

 

BOM DIA EVANGELHO


13 DE JULHO DE 2023 - Quinta-feira da 14ª semana do Tempo Comum

Beata Chiara Badano / EWTN Beato carlo Acutis / Associação Carlo Acutis. São João Paulo II / Domínio público         

REDAÇÃO CENTRAL, 11 Jul. 23 / 02:46 pm (ACI).- A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023, que acontecerá de 1º a 6 de agosto, conta com 13 importantes padroeiros.

Oração: Deus misericordioso, alegria dos santos, que inflamaste o coração jovem de Santa Teresa com o fogo do amor virginal a Cristo e a sua Igreja e fizeste de sua vida um testemunho alegre do amor, mesmo em meio a tantos sofrimentos, concede-nos por sua intercessão que, inundados da docilidade de teu espírito, proclamemos no mundo, por palavras e obras, o Evangelho do Amor. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Evangelho (Mt 10,7-15)

 Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «No vosso caminho, proclamai:O Reino dos Céus está próximo.Curai doentes, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expulsai demônios.De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro à cintura; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, pois o trabalhador tem direito a seu sustento. Em qualquer cidade ou povoado em que entrardes, procurai saber quem ali é digno e permanecei com ele até a vossa partida. Ao entrardes na casa, saudai-a: se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. Se alguém não vos receber, nem escutar vossas palavras, saí daquela casa ou daquela cidade e sacudi a poeira dos vossos pés. Em verdade, vos digo: no dia do juízo, a terra de Sodoma e Gomorra receberá uma sentença menos dura do que aquela cidade».

«No vosso caminho, proclamai: O Reino dos Céus está próximo» - Rev. D. Antonio BORDAS i Belmonte(L’Ametlla de Mar, Tarragona, Espanha)

Hoje, o texto do Evangelho convida-nos a evangelizar; diz-nos: «Pregai» (cf. Mt 10,7). O anúncio é a boa nova de Jesus, que tenta falar-nos sobre o reino de Deus, que Ele é nosso salvador, enviado pelo Pai ao mundo e, por este motivo, o único que nos pode renovar desde o nosso interior e mudar a sociedade em que vivemos.
Jesus anunciava que «o Reino dos Céus está próximo» (Mt 10,7). Ele anunciava o reino de Deus, que se fazia presente entre os homens e mulheres à medida que o bem avançava e o mal retrocedia.
Jesus quer a salvação do homem total, seu corpo e seu espírito; mais ainda, perante o enigma que preocupa a humanidade, que é a morte, Jesus propõe a ressurreição. Quem vive morto pelo pecado, quando recupera a graça, experimenta uma nova vida. Este é um grande mistério que começamos a experimentar a partir de nosso baptismo: os cristãos estamos chamados à ressurreição.
Uma amostra de como o Papa Francisco procura o bem do homem: «Esta ‘cultura do descarte’ tornou-nos insensíveis também ao esbanjamento e ao desaproveitamento de alimentos. Outrora, os nossos avós prestavam muita atenção a não perder nada da comida que sobejava. A comida que se desaproveita é como se fosse roubada da mesa do pobre, de quantos têm fome!».
Jesus diz-nos que sejamos sempre portadores de paz. Quando os sacerdotes levam a Comunhão a um enfermo dizem: «A paz do Senhor esteja nesta casa!». E a paz de Cristo permanece aí, se houver pessoas dignas dela. Para receber os dons do reino de Deus é necessário ter boa disposição interior. Por outro lado, também vemos como muita gente dá desculpas para não receber o Evangelho.
Temos uma grande responsabilidade entre os homens: é que, depois de crer, não podemos deixar de anunciar o Evangelho, porque vivemos dele e queremos que outros também vivam.

Pensamentos para o Evangelho de hoje: «Os milagres visíveis brilham para atrair os corações daqueles que os admiram pela fé nas coisas invisíveis, muito mais admiráveis» (São Gregório Magno) - «Os santos são os que mais podem nos ajudar a compreender o sentido profundo das Bem-aventuranças» (Francisco) - «(…) É impossível alguém apropriar-se dos bens espirituais e comportar-se a respeito deles como proprietário ou dono, pois eles têm a sua fonte em Deus, e só d'Ele se podem receber gratuitamente» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2.121)

Santa Teresa de Jesus dos Andes

 Joana Fernandez Solar nasceu no dia 13 de julho de 1900, no berço de uma família profundamente cristã, na cidade de Santiago do Chile. Sua maior alegria era ir a missa e depois de sua primeira comunhão, procurou a Eucaristia todos os dias de sua vida.

Joana estudou durante onze anos no Colégio do Sagrado Coração em regime de internato. Sua vocação religiosa se confirmou aos catorze anos. Aos dezessete anos, já externava o ideal de ser carmelita, e com ardor defendia a sua vivência contemplativa. Entrou para as Carmelitas dos Andes e tomou o nome de Teresa de Jesus. No carmelo apenas onze meses, pois contraiu a febre tifóide e logo morreu, no dia 12 de abril de 1920, na sua cidade natal.

Teresa de Jesus, tinha tamanha liberdade para se expressar com o Senhor, que costumava dizer: "Cristo, esse louco de amor, me fez louca também". A sua aspiração e constante empenho se centraram em se assemelhar a Ele, em se comungar com Cristo.

Quando os discípulos perguntaram a Jesus sobre o que deviam fazer para cumprir as obras de Deus, Ele respondeu: "A obra de Deus é que acrediteis Naquele que Ele enviou " (Jo. 6, 28-29). Portanto, para aperceber-nos do valor da vida de Teresa dos Andes, é necessário assomar-nos ao seu interior, ali onde o Reino de Deus está.

Foi canonizada em 1993 por João Paulo II. Nesta ocasião ele a chamou de Santa Teresa de Jesus "dos Andes" e declarou que era a primeira chilena e a primeira carmelita latino-americana a ser elevada à honra dos altares da Igreja, para ser festejada no dia 13 de julho. (Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR )

Reflexão: A jovem que hoje a Igreja glorifica com o título de Santa é uma profeta de Deus para os homens e mulheres do nosso tempo. Teresa de Jesus dos Andes põe-nos diante dos olhos o testemunho vivo do Evangelho, encarnado até às últimas exigências na sua própria vida. Ela é, para a humanidade, prova indiscutível de que a chamada de Cristo à santidade é atual, possível e verdadeira. Ela ergue-se diante de nós para demonstrar que a radicalidade do seguimento de Cristo é o único que vale a pena e o único capaz de fazer-nos felizes.

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terça-feira, 11 de julho de 2023

BOM DIA EVANGELHO - 12. JULHO. 023

 

BOM DIA EVANGELHO


12 DE JULHO DE 2023 - Quarta-feira da 14ª semana do Tempo Comum

São João Bosco, padre Ángel Fernández Artime e papa Francisco / ANS


REDAÇÃO CENTRAL, 11 Jul. 23 / 03:57 pm (ACI).- O papa Francisco anunciou no domingo (9) a criação de 21 cardeais em setembro, entre eles o reitor-mor dos salesianos, padre Ángel Fernández Artime. É o primeiro sucessor de dom Bosco a ser cardeal. Após o anúncio feito papa ao final do Ângelus de domingo, a Agência Salesiana de Notícias (ANS), serviço de imprensa da congregação, disse em comunicado que esta nomeação é um “sinal da esperançosa confiança" que o papa depositou no padre Fernández Artime e nos salesianos (SDB). Segundo o Vatican News, o mundo salesiano se tornou um “clima festivo” e os membros da Família Salesiana expressaram suas orações e bons votos ao padre Fernández.

 Oração: Senhor, que nos perdoastes na Paixão e Ressurreição do Vosso Filho, concedei-nos por intercessão de São João Gualberto a graça de rejeitar energicamente os favorecimentos ilícitos e outras tentações egoístas, como a vingança covarde; e não recusemos o trabalho de cultivar a Verdade, de modo a que floresça em nossa alma a árvore que dá bons frutos, aquela que forneceu o Madeiro da Cruz, de onde, pregados ao Salvador, podemos pedir a Vós: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”. Por Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora. Amém.

Evangelho (Mt 10,1-7)

 Naquele tempo, chamando os doze discípulos, Jesus deu-lhes poder para expulsar os espíritos impuros e curar todo tipo de doença e de enfermidade. Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e depois André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. Jesus enviou esses doze, com as seguintes recomendações: «Não deveis ir aos territórios dos pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! No vosso caminho, proclamai: O Reino dos Céus está próximo».

«Ide e proclamai: O Reino dos Céus está próximo» - Rev. D. Fernando PERALES i Madueño(Terrassa, Barcelona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos mostra Jesus enviando os seus discípulos em missão: «Jesus enviou esses doze, com as seguintes recomendações» (Mt 10,5). Os doze discípulos formaram então o Colégio Apostólico, que significa missionário; a Igreja, que em sua peregrinação terrena, é uma comunidade missionária, pois tem a sua origem no cumprimento da missão do Filho e do Espírito Santo segundo os desígnios de Deus Pai. Do mesmo modo que Pedro e os demais apóstolos constituem um só Colégio Apostólico por instituição do Senhor, assim o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, formam um todo sobre o qual recai o dever de anunciar o Evangelho por toda a terra.
Entre os discípulos enviados em missão, encontramos aqueles aos quais Cristo conferiu um lugar destacado e uma maior responsabilidade, como Pedro; e a outros como Tadeu, do qual quase não temos notícias; afinal, os Evangelhos foram escritos para nos comunicar a Boa Nova e não para satisfazer nossa curiosidade. Nós, por nossa parte, devemos rezar por todos os bispos, pelos importantes e pelos menos conhecidos, e viver em comunhão com eles: «Segui a todos os bispos, como Jesus Cristo seguiu ao Pai, e ao Colégio dos Anciãos como aos Apóstolos» (Santo Inácio de Antioquia). Jesus não buscou pessoas instruídas, mas simplesmente as disponíveis e capazes de segui-lo até o fim. Isto me ensina que eu, como cristão, também devo sentir-me responsável por uma parte da obra de salvação de Jesus. Afasto o mal? Ajudo meus irmãos?
Como a obra está em seu começo, Jesus logo estabelece uns limites: «Não deveis ir aos territórios dos pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! No vosso caminho, proclamai: O Reino dos Céus está próximo» (Mt 10,5-6). Hoje há de se fazer tudo o que se possa, com a certeza de que Deus chamará a todos os pagãos e samaritanos em outra fase do trabalho missionário.

São João Gualberto

João Gualberto Visdonini nasceu no ano de 995 em Florença, Itália, de pais nobres e cristãos. Seu pai o educou, junto com o irmão mais velho, para saber defender e administrar o patrimônio e a honra da família, como bons cavaleiros, hábeis nas armas e nas palavras. Sua mãe proveu o ensino religioso. Aconteceu que o irmão foi assassinado, e João jurou vingança. Na Sexta-Feira Santa de 1028 ele encontrou o homicida sozinho e desarmado numa estrada deserta próxima da cidade, e imediatamente puxou da espada. O homem caiu de joelhos e abrindo os braços implorou: “Por amor de Jesus, que neste dia morreu por nós, tem piedade de mim, não me mates!”. Tocado pela misericórdia do Senhor, João largou a espada, desceu do cavalo e o abraçou fraternalmente, perdoando-o. E saindo dali dirigiu-se diretamente para a igreja de São Miniato, ajoelhando-se diante do crucifixo do altar; consta que a imagem do Cristo inclinou-Se sobre ele, em aprovação, e Dele João ouviu: "Vem e segue-Me". Foi tomado então de grande paz de espírito, e resolveu tudo abandonar para se tornar religioso. Ingressou no mosteiro beneditino de Florença, vivendo exemplarmente a humildade, a disciplina e o seguimento da santa Regra, na oração e no estudo, na penitência e na caridade. Aprendeu então a ler e escrever – os nobres na época davam mais importância ao conhecimento das armas – e adquiriu os dons da profecia e dos milagres. Estimado por todos, foi eleito abade em 1305, mas logo renunciou, indignado, descobrindo que o tesoureiro do mosteiro havia subornado o bispo local para a sua escolha. João os denunciou e combateu, mas foi tão ameaçado que saiu do mosteiro. Mudou-se para uma rústica casa encontrada numa floresta da montanha Vallombrosa, nos Montes Apeninos, seguido por alguns monges. Sua fama de santidade logo atraiu jovens para a vida religiosa, e João fundou novo mosteiro, com as regras beneditinas. O Papa acabou por aprovar a Ordem dos Monges Beneditinos de Vallombrosa, onde João implantou tão respeitado centro de estudos que bispos e sacerdotes vinham de fora para se aprofundar em espiritualidade. De acordo com a Regra de São Bento, os monges oravam e trabalhavam a terra, plantando para alimentar o mosteiro e inclusive replantando os bosques do local. Por isso são considerados os precursores da agricultura autossustentável. Saíram dali também monges missionários, para evangelizar em Florença e depois em muitas outras cidades italianas, com a construção de novos mosteiros em por exemplo Passignano, na Úmbria. Foi neste último que João Gualberto faleceu, em 12 de julho de 1073, sendo considerado o herói do perdão. Os monges da sua fundação tornaram-se, nos séculos seguintes, especialistas em Botânica, e assim convidados para criar a Cátedra de Botânica da reconhecida Universidade de Pávia. Já outras universidades famosas como as de Roma, Pádua e Londres buscavam nos seus mosteiros os seus mestres para essa matéria. Desse modo, o Papa Pio XII declarou São João Gualberto o padroeiro da Engenharia Florestal.(Colaboração: José Duarte de Barros Filho)

Reflexão: São João Gualberto é um típico monge e santo beneditino, vivendo exemplarmente a sua Regra, fundando mosteiros, levando espiritualidade, cultura, trabalho e paz – “tranquilidade na ordem” – a se fixarem em novos locais de evangelização. Em comum com São Bento, fundador da Ordem, foi perseguido pelos próprios monges e teve que se mudar de mosteiro. Mas destas provações a Providência divina espalhou mais longe a semente do apostolado. Por isso devemos entender que as dificuldades que Deus permite que passemos, mesmo as muito sérias, nada mais são do que os passos necessários pelos quais nos conduz a Ele. Agradeçamos sinceramente por elas, com serenidade e confiança no Seu desejo do nosso bem, o verdadeiro Bem que é a Salvação e que só teremos carregando – com Ele – a nossa cruz.

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segunda-feira, 10 de julho de 2023

bom dia evangelho - 11. julho. 023

 

BOM DIA EVANGELHO


11 DE JULHO DE 2023 - Terça-feira da 14ª semana do Tempo Comum

Oração a São Bento: "Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso. Amém

 Evangelho (Mt 9,32-38):

 Naquele tempo as pessoas trouxeram a Jesus um possesso mudo. Expulso o demônio, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: «Nunca se viu coisa igual em Israel». Os fariseus, porém, diziam: «É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios».
Jesus começou a percorrer todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todo tipo de doença e de enfermidade. Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse aos discípulos: «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita!».

«Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita!»

Rev. D. Joan SOLÀ i Triadú(Girona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos fala da cura de um endemoninhado mudo, que provoca diferentes reações nos fariseus e na multidão. Enquanto os fariseus, ante a evidência de um prodígio inegável, atribuem isso a poderes demoníacos - «É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios» (Mt 9,34), a multidão fica maravilhada: «Nunca se viu coisa igual em Israel» (Mt 9,33). São João Crisóstomo, comentando essa passagem, diz: «O que verdadeiramente incomodava aos fariseus era que consideravam Jesus superior a todos, não somente aos que existiam então, mas a todos os que haviam existido anteriormente».
Jesus não se abala ante a aversão dos fariseus, Ele continua fiel à sua missão. Na verdade, Jesus, ante a evidência de que os guias de Israel, ao invés de guiar e instruir o rebanho, o estavam afastando do bom caminho, apiedou-se daquela multidão cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Que as multidões desejam e agradeçam uma boa orientação ficou comprovado nas visitas pastorais do São João Paulo II a tantos países do mundo. Quantas multidões reunidas em volta dele! Como escutavam sua palavra, sobretudo os jovens! E o Papa não rebaixava o Evangelho, mas o pregava com todas as suas exigências.
Todos nós, «se fôssemos consequentes com a nossa fé - nos diz São José Maria Escrivã - se olhássemos à nossa volta e contemplássemos o espetáculo da História e do Mundo, não poderíamos senão deixar crescer nos nossos corações os mesmos sentimentos que animaram os de Jesus Cristo», o que nos conduziria a uma generosa tarefa apostólica. Mas é evidente a desproporção que existe entre o grande número de pessoas que esperam a pregação da Boa Nova e a escassez de operários. A solução Jesus nos dá ao final do Evangelho: Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita! (cf. Mt 9,38).

SÃO BETO

São Bento, de Núrsia São Bento nasceu na cidade de Nórcia, na Itália, no ano de 480. A data de nascimento é atribuída a 24 de março. Conhecido como Bento de Núrsia, o futuro santo era um nobre que resolveu estudar filosofia e retórica. Mas, no meio do caminho, decidiu se tornar um eremita. "Como eremita, ele tem um chamado espiritual e se torna conselheiro espiritual. Daí ele é chamado a ser abade de um mosteiro e a gente vê esse florescimento vocacional da vida de Bento", diz Felipe Cosme Damião Sobrinho, padre e professor na faculdade de teologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). São Bento nos ajuda a compreender a vida como dom. Não é à toa que o lema ... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/noticias/2021/07/11/dia-de-sao-bento-santo-foi-alvo-de-envenenamento-e-criou-nova-ordem.htm?cmpid=copiaecola

Há, também, uma curiosidade. São Bento é irmão gêmeo de Santa Escolástica, que morreu em 10 de fevereiro de 542.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/noticias/2021/07/11/dia-de-sao-bento-santo-foi-alvo-de-envenenamento-e-criou-nova-ordem.htm?cmpid=copiaecola

Medalha de São Bento Um dos símbolos da fé em São Bento é uma medalha, aprovada pelo papa Bento 14, em 1742. No objeto, estão a imagem de São Bento segurando uma cruz na parte da frente. No verso, normalmente, está a imagem da cruz vazia e uma série de letras. O simbolismo dela está em espantar demônios. As letras simbolizam trechos em latim de uma oração:

-C S P B: Crux Sancti Patris Benedicti (Cruz do Santo Padre Bento)

- C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux (A Cruz Sagrada seja minha Luz)

-N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux (Não seja o dragão meu guia)

-VR S: Vade retro, satana! (Para trás, Satanás!)

- N S M V: Nunquam Suade Mihi Vana (Nunca me aconselhe coisas vãs)

- S M Q L: Sunt Mala Quae Libas (São coisas más as que brindas)

-I V B: Ipse Venena Bibas (Bebas do mesmo veneno

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domingo, 9 de julho de 2023

BOM DIA EVANGELHO - 10 DE JULHO DE 2023

 

BOM DIA EVANGELHO


10 DE JULHO DE 2023 -Segunda-feira da 14ª semana do Tempo Comum

Dom Rolando Álvarez. / Diocese de Matagalpa.

MANÁGUA, 07 Jul. 23 / 10:41 am (ACI).- O congressista dos EUA Christopher "Chris" Smith pediu de novo para visitar dom Rolando Álvarez, bispo de Matagalpa preso injustamente pelo governo da Nicarágua, e exigiu "o fim da perseguição à Igreja Católica" no país. Em comunicado divulgado ontem (6), Smith, deputado do Partido Republicano pelo estado de Nova Jersey, disse estar "muito preocupado com a segurança e o bem-estar do bispo Rolando José Álvarez, em meio a relatos inconsistentes sobre sua situação na Nicarágua”, e renovou seu “pedido para visitá-lo lá”. Dom Rolando Álvarez, perseguido durante anos pelo governo de Daniel Ortega e sua mulher e vice-presidente Rosario Murillo por causa de sua defesa dos direitos humanos, foi processado e condenado em fevereiro passado, acusado de "traição contra a pátria".

Oração: Senhor Deus, Rei do Universo e Rei dos Reis, por intercessão de Santo Érico concedei a todos os homens a vassalagem ao Vosso divino Coração; e a todos os que governam neste mundo a graça da permanente conversão, para se conduzirem, e levar aos que conduzem, somente para Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora. Amém.

Evangelho (Mt 9,18-26):

 Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, prostrou-se diante dele e disse: «Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem impor a mão sobre ela, e viverá». Jesus levantou-se e o acompanhou, junto com os discípulos. Nisto, uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias veio por trás dele e tocou na franja de seu manto. Ela pensava consigo: «Se eu conseguir ao menos tocar no seu manto, ficarei curada». Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: «Coragem, filha! A tua fé te salvou». E a mulher ficou curada a partir daquele instante.
Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão agitada, e disse: «Retirai-vos! A menina não morreu; ela dorme». Mas eles zombavam dele. Afastada a multidão, ele entrou, pegou a menina pela mão, e ela se levantou. E a notícia disso espalhou-se por toda aquela região.

«A tua fé te Salvou»

Rev. D. Antoni CAROL i Hostench(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Hoje, a Liturgia da Palavra nos convida a admirar duas magníficas manifestações de fé. Tão magníficas que comoveram o coração de Jesus Cristo e provocaram imediatamente a sua resposta. O Senhor não se deixa vencer em generosidade!
«Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem impor a mão sobre ela, e viverá» (Mt 9,18). Quase poderíamos dizer que com uma fé consistente nós «obrigamos» a Deus. Ele gosta desta espécie de obrigação. O outro testemunho de fé do Evangelho de hoje também é impressionante: «Se eu conseguir ao menos tocar no seu manto, ficarei curada» (Mt 9,21).
Poderíamos afirmar que Deus se deixa «manipular» de bom grado pela nossa boa fé. O que Ele não admite é que O tentemos por desconfiança. Este foi o caso de Zacarias, que pediu uma prova ao arcanjo Gabriel: «Zacarias disse ao anjo: Como posso ter certeza disso?» (Lc 1,18). O Arcanjo não cedeu à desconfiança de Zacarias e respondeu: «Eu sou Gabriel, e estou sempre na presença de Deus (...). E agora, ficarás mudo, sem poder falar até o dia em que estas coisas acontecerem, já que não acreditaste nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo» (Lc 1,19-20). E assim aconteceu.
É Ele mesmo quem deseja “obrigar-se” conosco e deixar-se “prender” por nossa fé: «Eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta» (Lc 11,9). Ele é nosso Pai, e não quer negar nada do que convém aos seus filhos.
Entretanto, é necessário que lhe manifestemos confiantemente os nossos pedidos. A confiança e a conaturalidade com Deus requerem intimidade: para confiar em alguém é preciso conhecê-lo, e para conhecê-lo é necessário conviver com ele. Assim, «a fé faz brotar a oração, e a oração - enquanto brota - alcança a firmeza da fé» (Santo Agostinho). Não nos esqueçamos do louvor que mereceu Santa Maria: «Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!» (Lc 1,45).

Santo Érico (ÉRIK)

Santo Érico (em Sueco, Erik den helige, Erik Jedvardsson, Sankt Erik), filho de um nobre chamado Jedvard, nasceu na cidade de Uppsala, província de Uppsala, a leste da região de Svealand, no centro-sul da Suécia. Em 1150 foi eleito rei desta província, enquanto que no resto do território sueco reinava Suérquero I. Com o assassinato deste, em 1156, Érico tornou-se soberano de todo o país, e fundou a Casa de Érico, uma das dinastias reais suecas. As suas principais ações governamentais estão relacionadas ao aspecto religioso católico. Facilitou a evangelização do reino, atuando ele mesmo como missionário na conversão de pagãos; terminou a construção da Igreja da Velha Uppsala e a consagrou; enviou Henrique de Uppsala (na verdade de nacionalidade inglesa), bispo, santo e mártir, para cristianizar a Finlândia, em 1155. Esta iniciativa permitiu o catolicismo e a regência sueca neste país até o século XIX, dentro do espírito da época, ou seja, não o de governo tirânico, mas de evangelizar. Além disso dirigiu sabiamente a Suécia, e defendeu os direitos das mulheres. Assistia à Missa diariamente. No dia da Ascensão do Senhor, 18 de maio de 1160, saindo da igreja de Velha Uppsala, foi abordado e derrubado do cavalo por vários homens, que o mataram com espadas e punhais. Acredita-se que os assassinos eram ligados à Casa de Suérquero, em busca de retomar o controle do país. Entre os milagres atribuídos a Érico está a da fonte que surgiu no local onde seu sangue foi derramado, provavelmente correspondente à de Slottkäla, próxima à Catedral de Uppsala. O rei e mártir ficou conhecido como "o Santo", "o Legislador", "Érico Jedvardsson" ou "Santo Érico". É o padroeiro da Suécia e de Estocolmo, capital do país; o escudo de armas desta cidade apresenta a sua efígie. Sua festa é citada também para o dia 18 de maio.(Colaboração: José Duarte de Barros Filho)


Reflexão: O reinado, ou governo da nossa vida, deve ser de Cristo e para Cristo. Só assim conquistaremos territórios de santidade, promovendo o verdadeiro bem dos irmãos, particularmente aqueles pelos quais somos diretamente responsáveis. A ambição pelos meros poderes e bens terrenos fazem com que assassinemos Aquele que é o soberano legítimo da nossa alma, caindo do que nos transporta a Deus para nos trespassar rasteiramente com as lâminas do pecado. O pecado nos afasta da fonte de água viva que brota a partir do sangue do Salvador, presente unicamente no Seu Corpo Místico, a Igreja Católica; o pecado nos impede de acessar a fonte que nos salva; o pecado nos faz separar-nos do Corpo a que pertencemos. E sair da Igreja é morrer. Sábio é não desejar o controle das nações, mas o serviço da Pátria Celeste. O que nos trará a nobreza verdadeira, e a única que importa, a do espírito, é colocar no nosso brasão a efígie de Cristo.

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quinta-feira, 6 de julho de 2023

BOM DIA EVANGELHO - 7. JULHO. 023

 

BOM DIA EVANGELHO


07 DE JULHO DE 2023 - Sexta-feira da 13ª semana do Tempo Comum

As irmãs da Fraternidade Pobres de Jesus Cristo / Facebook Fraternidade O Caminho


MANÁGUA, 05 Jul. 23 / 03:14 pm (ACI).- O governo da Nicarágua cancelou a personalidade jurídica e confiscou os bens de uma congregação de freiras expulsas no fim de semana. O Ministério do Interior tomou a medida ontem (4) contra a Fundação Fraternidade dos Pobres de Jesus Cristo, segundo a mídia nicaraguense Artículo 66. O regime alega que a congregação "não cumpriu com suas obrigações" ao não informar suas últimas demonstrações financeiras e ter "expirado" o conselho de administração desde fevereiro de 2021. O ministério informou que agora cabe à Procuradoria Geral da República transferir os bens da congregação, incluindo o convento, para o nome do Estado. "A medida tomada contra as freiras é arbitrária, e agora acrescentaram o confisco de seus bens imóveis", disse Martha Patricia Molina, pesquisadora e autora do relatório "Nicarágua, uma Igreja perseguida?” Molina disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que "a Constituição da Nicarágua proíbe o confisco, mas isso já se tornou uma prática comum durante a ditadura, assim como foi na década de 1980".

Oração: Deus de amor imutável e eterno, concedei-nos pelo exemplo e intercessão de São Vilibaldo a disponibilidade de permanecermos imperturbáveis no Vosso serviço aonde quer que nos chameis, restaurando o que for necessário à vida da alma, de modo a podermos participar da família dos Vossos santos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora. Amém.

Evangelho (Mt 9,9-13):

Ao passar, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: «Segue-me!». Ele se levantou e seguiu-o. Depois, enquanto estava à mesa na casa de Mateus, vieram muitos publicanos e pecadores e sentaram-se à mesa, junto com Jesus e seus discípulos. Alguns fariseus viram isso e disseram aos discípulos: «Por que vosso mestre come com os publicanos e pecadores?». Tendo ouvido a pergunta, Jesus disse: «Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes. Ide, pois, aprender o que significa: ‘Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores».

«Segue-me»

Rev. D. Pere CAMPANYÀ i Ribó(Barcelona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos fala da vocação do publicano Mateus. Jesus está preparando o pequeno grupo de discípulos que continuarão sua obra de salvação. Ele escolhe a quem quer: serão pescadores, ou de uma humilde profissão. Inclusive, chama a que lhe siga um cobrador de impostos, profissão desprezada pelos judeus —que se consideravam perfeitos observantes da lei—, porque a viam como muito próxima a ter uma vida pecadora, já que cobravam impostos em nome do governador romano, a quem não queriam submeter-se.
É suficiente com o convite de Jesus: «Segue-me!» (Mt 9,9). Com uma palavra do Mestre, Mateus deixa sua profissão e muito contente o convida a sua casa para celebrar ali um banquete de agradecimento. Era natural que Mateus tivesse um grupo de bons amigos, do mesmo “ramo profissional”, para que o acompanharam a participar de aquele convite. Segundo os fariseus, todas aquelas pessoas eram pecadores reconhecidos publicamente como tais.
Os fariseus não podem calar e comentam com alguns discípulos de Jesus: «Depois, enquanto estava à mesa na casa de Mateus, vieram muitos publicanos e pecadores e sentaram-se à mesa, junto com Jesus e seus discípulos» (Mt 9,10). A resposta de Jesus é imediata: «Tendo ouvido a pergunta, Jesus disse: “Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes» (Mt 9,12). A comparação é perfeita: «De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores» (Mt 9,13).
As palavras deste Evangelho são de atualidade. Jesus continua convidando a segui-lo, cada um segundo seu estado e profissão. E seguir Jesus, com frequência, supõe deixar paixões desordenadas, mau comportamento familiar, perda de tempo, para dedicar momentos à oração, ao banquete eucarístico, à pastoral missioneira. Em fim, que «um cristão não é dono de si mesmo, e sim que está entregue ao serviço de Deus» (Santo Inácio de Antioquia).
Com certeza, Jesus me pede uma mudança de vida e, assim, me pergunto: de que grupo formo parte, da pessoa perfeita ou da que se reconhece sinceramente defeituosa? É verdade que posso melhorar?

São Vilibaldo

Vilibaldo (Guilhebaldo; Wilibaldo) nasceu em 700, na cidade de Wessel, Inglaterra, da família real de Kent. Sua mãe, Winna, teria sido irmã de São Bonifácio (de nome original Vinfrido, Wynfrith ou Winfrid); e seu pai, o rei Ricardo I da Saxônia, bem como seus irmãos Vilibaldo e Valburga, foram igualmente canonizados. Gravemente doente aos três anos de idade, foi desenganado pelos médicos. Os pais então o levaram a uma cruz erguida em praça pública, prometendo consagrá-lo a Deus em caso de cura, que aconteceu. Por isso foi levado para a abadia beneditina de Waldheim com seis anos, aos cuidados do abade Eghald, onde completou os estudos. Decidiu tornar-se também monge, mas antes de completar os votos perpétuos saiu do mosteiro em 720, para acompanhar o pai e o irmão Vunibaldo numa peregrinação a Jerusalém, começando por Roma. Em 722 o pai faleceu na cidade de Luca, na Itália, antes de chegarem a Roma, onde Vunibaldo decidiu ficar. Vilibaldo seguiu para a Palestina com outros senhores ingleses. O grupo foi preso pelos mouros em Edessa, na ilha de Chipre, acusados de espionagem. A intercessão de um espanhol bem relacionado com o emir garantiu a sua liberdade. Chegando à Terra Santa, ainda dominada pelos árabes mas com liberdade de movimentação, por cinco visitaram os locais onde Jesus esteve. Várias vezes Vilibaldo correu perigo de prisão, mas seus modos pacíficos e afáveis acalmava os árabes, que o deixavam livre. Assim ele pôde também confortar os cristãos que ali viviam sob o jugo dos mouros. Em 729 os peregrinos voltaram a Roma, e o Papa Gregório II o enviou para o mosteiro beneditino de Monte Cassino, reconstruído do saque dos invasores lombardos (por volta de 570) e necessitado de monges. Ali começou a trabalhar como simples porteiro, cargo que São Bento recomendava ser dado a um “prudente ancião”, até chegar a abade. Então Vilibaldo recebeu o livro original das Regras de São Bento que havia sido preservado em Roma, e por dez anos formou uma nova comunidade no mesmo espírito da Regra do fundador, restaurando o vigor deste famosíssimo mosteiro. Acompanhando a Roma um sacerdote espanhol em 740, Vilibaldo encontrou seu tio, São Bonifácio, o qual pediu ao Papa, agora Gregório III, que dispensasse o sobrinho de Monte Cassino para acompanhá-lo na missão de evangelizar a Germânia (Alemanha). Só então Vilibaldo recebeu as ordens sacerdotais (os monges não precisam necessariamente ser presbíteros). Mais tarde São Bonifácio o sagrou bispo de Eichestadt, onde Vilibaldo construiu uma catedral e um mosteiro da Ordem Beneditina. Por orientação do tio, também passou a controlar os outros mosteiros, garantindo a sua correta espiritualidade. Em seguida, dedicou-se a visitar a imensa área da sua diocese, aos poucos evangelizando o povo como missionário itinerante, obtendo inúmeras conversões. São Vilibaldo faleceu em 7 de julho de 787 ,no mosteiro que fundara em Eichestadt, já com fama de santidade.(Colaboração: José Duarte de Barros Filho)

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