quinta-feira, 21 de setembro de 2017

bom dia evangelho - 22.setembro . 017 - sexta-feira

Bom dia evangelho

22 de setembro do ano da graça do Senhor de 2017
SEXTA-FEIRA - FORMULÁRIO 24º DOMINGO COMUM - ANO A
Papa Francisco com uma família. Foto: ACI Prensa
VATICANO, 19 Set. 17 / 01:35 pm (ACI).- O Papa Francisco aprovou um “Motu Proprio” através do qual instituiu o Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família, mudando deste modo o Pontifício Instituto João Paulo II para os Estudos sobre Matrimônio e Família, que surgiu sob a inspiração do Papa Wojtyla, que desejou ser recordado como o Papa da Família.
No texto, o Santo Padre afirma que depois do Sínodo da Família celebrado entre 2014 e 2015, assim como depois do documento pós-sinodal Amoris Laetitia, viram a necessidade de uma “consciência renovada do evangelho da família e dos novos desafios pastorais que a comunidade cristã está chamada a responder”.
“A mudança antropológico-cultural, que influencia hoje todos os aspectos da vida e requer uma abordagem analítica e diversificada, não nos permite limitar a práticas pastorais e missionárias que refletem sobre formas ou modelos do passado”.
Portanto, “devemos ser intérpretes conscientes e apaixonados pela sabedoria da fé em um contexto em que os indivíduos são menos ajudados do que no passado pelas estruturas sociais, em sua vida afetiva e familiar”, diz o Papa.
“Devemos olhar, com intelecto de amor e com sábio realismo, a realidade da família hoje em toda a sua complexidade, nas suas luzes e sombras”.
Francisco explica que, “por estas razões, acho apropriado dar um novo aspecto legal ao Instituto João Paulo II a fim de que a ‘intuição profética’ de São João Paulo II, que teve um grande carinho por esta instituição acadêmica, hoje possa ser ainda mais reconhecida e valorizada na fecundidade e na atualidade”.

ORAÇÃO:  Senhor, nosso Deus, que chamastes o Vosso servo, Santo Inácio de Santhià ao caminho da perfeição evangélica e o fizestes mestre e modelo das virtudes cristãs, concedei-nos a graça de vivermos na nossa vida a santidade do Vosso Filho Jesus Cristo, que vive convosco na unidade do Espírito Santo.

EVANGELHO (LC 8,1-3)
 O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
 Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; 2e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 3Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.
 Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Recadinho: - Como anuncio o Reino de Deus? - Sirvo de incentivo para os que se dedicam ao anúncio do Evangelho? - Sei que mesmo no meu canto, posso servir de apoio e incentivo aos que se dedicam à evangelização em terras distantes? - Coloco meus dons a serviço de Deus? - Posso dizer que sou discípulo missionário de Jesus? Como?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
«Jesus percorria cidades e povoados proclamando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus»
Rev. D. Jordi PASCUAL i Bancells (Salt, Girona, Espanha)
Hoje, vemos no Evangelho o que seria uma jornada cotidiana dos três anos da vida pública de Jesus. São Lucas nos narra-o com poucas palavras: «Jesus percorria cidades e povoados proclamando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus» (Lc 8,1). É o que contemplamos no terceiro mistério de luz do Santo Rosário.
Comentando este mistério diz o Papa João Paulo II: «Mistério de luz é a predicação com a que Jesus anuncia a chegada do Reino de Deus e convida à conversão, perdoando os pecados de quem se aproxima a Ele com fé humilde, iniciando assim o mistério da misericórdia que Ele continuará exercendo até o fim do mundo, especialmente através do sacramento da Reconciliação confiado à Igreja».
Jesus continua passando perto de nós, oferecendo-nos seus bens sobrenaturais: quando fazemos oração, quando lemos e meditamos o Evangelho para conhecê-lo e amá-lo mais e imitar sua vida, quando recebemos algum sacramento, especialmente a Eucaristia e a Penitência, quando dedicamo-nos com esforço e constância ao trabalho de cada dia, quando tratamos com a família, os amigos ou vizinhos, quando ajudamos àquela pessoa necessitada material e espiritualmente, quando descansamos ou nos divertimos... Em todas essas circunstâncias podemos encontrar a Jesus e segui-lo como aqueles doze e aquelas santas mulheres.
Mas, além disso, cada um de nós é chamado por Deus a ser também Jesus que passa, para falar -com nossas obras e nossas palavras- a quem tratamos sobre a fé que enche de sentido a nossa existência, da esperança que nos move a seguir adiante pelos caminhos da vida confiados do Senhor e, da caridade que guia todo nosso agir.
A primeira em seguir Jesus e em ser Jesus é María. Que Ela com seu exemplo e sua intercessão nos ajude!
SANTO DO DIA
SANTO INÁCIO DE SANTHIÁ
Lourenço Maurício nasceu no dia 05 de junho de 1686, em Santhiá, na Itália. Era o quarto de seis filhos, da rica família cristã. Aos sete anos ficou órfão de pai. Desde menino ele cresceu na oração e amadureceu a sua vocação sacerdotal.
Em 1717 torna-se capuchinho e muda seu nome par Inácio. Desde então foi enviado para vários Conventos, sempre obediente e honrado por poder servir os irmãos da Ordem com a sua humilde pessoa.
Em 1727 passou a residir numa paróquia e tornou-se confessor, tarefa que desempenhou nos últimos vinte e quatro anos de vida. Neste ministério demonstrou toda sua caridade paterna, sabedoria e ciência, adquiridas nos livros e através das orações contemplativas. A todos recebia com a maior caridade, porque os pecadores eram os filhos mais doentes e, necessitados de acolhida e compreensão. Passou a ser chamado de: "padre dos pecadores e dos desesperados".
Mas em 1731 o seu bom conceito de guia experiente e sábio, o levou à ocupar os cargos de mestre dos noviços. Sua intenção era formar os jovens para a vida, a mortificação, a penitência, e instruía, corrigia e encorajava com atenção e palavras amorosas, fazendo o caminho difícil se tornar ameno.
Morreu com sua fama de santidade no dia 21 de setembro de 1770 em admirável tranqüilidade.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
REFLEXÃO : Durante tempos turbulentos, santo Inácio soube ser o conforto e a ajuda para quem a ele se dirigia. Passou sua vida a ensinar o catecismo aos pequeninos e aos adultos, com uma competência, diligência e proveito verdadeiramente singulares. Orientou exercícios espirituais, especialmente para os religiosos, aos quais, com a palavra e com o exemplo, soube conduzir à espiritualidade cristã e franciscana.

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

bom dia evangelho - 21.setembro.017 - 5ª feira

Bom dia evangelho

QUINTA-FEIRA - SÃO MATEUS, APÓSTOLO - ANO A
21 de setembro do ano da graça do senhor de 2017
Papa Francisco durante a Audiência. Foto: Capture Youtube
VATICANO, 20 Set. 17 / 11:20 am (ACI).- O Papa Francisco mostrou sua proximidade e solidariedade às vítimas do terremoto de magnitude 7,1 que atingiu o México na terça-feira, 19, e provocou a morte de pelo menos 200 pessoas devido ao desabamento de inúmeros edifícios.
“Ontem, um terremoto terrível assolou o México – vi que há muitos mexicanos entre vocês. Causou inúmeras vítimas e danos materiais. Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana”, assinalou o Santo Padre depois de pronunciar a sua catequese na manhã de hoje, na Audiência Geral realizada na Praça de São Pedro, no Vaticano.
O Pontífice também convidou a rezar pelos falecidos, pelos feridos, por aqueles que perderam seus lares e para todos os que ajudam nos trabalhos de resgate.
“Elevemos todos juntos a nossa oração a Deus para que acolha em seu seio os que perderam a vida, conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”.
“Peçamos também por toda a equipe de serviço e de resgate, que oferece ajuda a todas as pessoas afetadas, e que a nossa mãe, a Virgem de Guadalupe, esteja perto da amada nação mexicana”, disse o Pontífice.

ORAÇÃO
 São Mateus que deixastes a riqueza para seguir com entusiasmo o chamado do Mestre, fazendo da pobreza um hino de louvor a Jesus, intercedei por mim, que me encontro em aflição. Ensinai-me por fim, a ajuntar tesouros no céu e a servir a Deus e não ao dinheiro. Amém.
EVANGELHO (MT 9,9-13)
 O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus.
 Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 9 Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus.
10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.
 Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Recadinho: - Para que missão Deus me chamou? - Procuro assumir com responsabilidade e coerência o que Deus me propõe? - Jesus não veio ao mundo justamente em busca dos mais distantes e abandonados? - O que faço por aqueles que vivem longe de Deus? - Posso dizer que minha vida atrai outros para Deus?(Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R)
«Não é a justos que vim chamar, mas a pecadores»
Rev. D. Joan PUJOL i Balcells (La Seu d'Urgell, Lleida, Espanha)
Hoje celebramos a festa do apóstolo e evangelista São Mateus. Ele mesmo nos conta no seu Evangelho sobre a sua conversão. Estava sentado na coletoria de impostos e Jesus o convidou a segui-lo. Mateus -diz o Evangelho- «se levantou e seguiu-o» (Mt 9,9). Com Mateus chega ao grupo dos Doze um homem totalmente diferente dos outros apóstolos, tanto pela sua formação como pela sua posição social e riqueza. Seu pai lhe fez estudar economia para poder fixar o preço do trigo e do vinho, dos peixes que seriam trazidos por Pedro e André e os filhos de Zebedeu e o das pérolas preciosas das quais fala o Evangelho.
Seu ofício, de coletor de impostos, era mal visto. Aqueles que o exerciam eram considerados publicanos e pecadores. Estava ao serviço do rei Herodes, senhor da Galiléia, um rei detestado pelo seu povo e que o Novo Testamento nos apresenta como um adúltero, o assassino de João Batista e aquele que escarneceu Jesus a Sexta Feira Santa. O que pensaria Mateus quando ia render contas ao Rei Herodes? A conversão de Mateus devia supor uma verdadeira liberação, como o demonstra o banquete ao que convidou os publicanos e pecadores. Foi a sua maneira de demonstrar agradecimento ao Mestre por ter podido sair de uma situação miserável e encontrar a verdadeira felicidade. São Beda o Venerável, comentando a conversão de Mateus, escreve: «A conversão de um coletor de impostos dá exemplo de penitência e de indulgência a outros coletores de impostos e pecadores (...). No primeiro instante da sua conversão, atrai até Ele, que é como dizer até a salvação, a um grupo inteiro de pecadores».
Na sua conversão se faz presente a misericórdia de Deus como se manifesta nas palavras de Jesus frente à crítica dos fariseus: «Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores» (Mt 9,13).
SANTO DO DIA
SÃO MATEUS
Segundo a tradição evangélica Mateus (ou Levi) era um cobrador de impostos e por isso não era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Um dia, depois de falar ao povo, Jesus passa por Mateus, olha com firmeza nos seus olhos e diz: "Segue-me". Mateus imediatamente levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus.
Daquele dia em diante Mateus tornou-se um dos maiores seguidores e apóstolos de Cristo, acompanhando-o em todas as suas caminhadas e pregações pela Palestina. Mateus nasceu em Cafarnaum. Não se conhece a data do seu nascimento. Seu pai, Alfeu, deu-lhe o nome de Levi. Sua cidade natal era cortada pelas principais estradas da Palestina, ponto de convergência e centro comercial da região.

Mateus marcou a virada de sua vida com um banquete que ofereceu aos amigos. Nele compareceu Jesus, alguns fariseus e outras classes dominantes. Diziam sobre Jesus: "Como é que vosso Mestre se senta a mesa com os pecadores?” Tais críticas mereceram as famosas palavras de Jesus Cristo: "Não são os saudáveis, mas sim os doentes, que necessitam do médico. Não vim a chamar os justos, senão os pecadores."
Diz São Clemente que Mateus era um santo de penitência e mortificações. Alimentava-se de ervas, frutas e raízes. Sofreu maus tratos e foi hostilizado na Arábia e na Pérsia. Teve os olhos arrancados e foi colocado na prisão onde aguardaria sua execução. Na prisão, onde estava acorrentado, recebe o milagre divino da restituição dos seus olhos e da sua libertação. Alcança a Etiópia, onde prega a doutrina cristã pela última vez. É repelido e encontra forte oposição dos guias religiosos pagãos etíopes. Logo em seguida é martirizado.
No ano de 930 as relíquias mortais do apóstolo São Mateus foram transportadas para Salermo, na Itália, onde, até hoje, é festejado como padroeiro da cidade.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
REFLEXÃO :  São Mateus escreveu um dos evangelhos considerados inspirados pela Igreja. Todo o seu evangelho é destinado a prover uma verdadeiro reconhecimento de que Cristo era o Messias. São Mateus é representado na arte litúrgica por um anjo segurando uma lança, uma moeda e uma pena.

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

BOM DIA EVANGELHO - 20.SETEMBRO.017 -QUARTA-FEIRA

BOM DIA EVANGELHO

20 DE SETEMBRO DO ANO DA GRAÇA DO SENHOR DE 2017
Dia Litúrgico: ANO A - Quarta-feira da 24ª semana do Tempo Comum
Papa durante a celebração da Missa. Foto: L'Osservatore Romano
VATICANO, 19 Set. 17 / 10:10 am (ACI).- Durante a Missa celebrada na manhã de hoje na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa Francisco sublinhou que a compaixão não é o mesmo que a pena, “a compaixão envolve você com a pessoa que sofre, remove as vísceras e te leva a aproximar-se dessa pessoa”.
“A compaixão é um sentimento envolvente, é um sentimento do coração, das vísceras, que envolve tudo. A compaixão não é o mesmo que a pena, não é a mesma coisa que dizer: ‘que dó, pobre gente!’. Não, não é a mesma coisa”.
Pelo contrário, “a compaixão envolve. É padecer com. Isso é a compaixão”. O Pontífice explicou que isso é o que Jesus faz no Evangelho do dia, quando caminhava em direção a Naim, cercado por uma multidão que esperava suas palavras, deparou-se com o enterro de uma criança. Jesus, ao ver a mãe, uma mulher viúva, sentiu compaixão, aproximou-se do caixão e ao tocar o menino, ele ressuscitou.
“O Senhor se envolve com uma viúva e com um órfão”, observou Francisco. “Mas estava cercado por uma multidão: Por que dedicou tempo à viúva, ao órfão ao invés de falar com a multidão? Podemos pensar que o que aconteceu com a viúva faz parte da vida: ‘A vida é assim… são tragédias que acontecem, acontecem...’ Não. Para Ele, era mais importante aquela viúva e aquele órfão morto do que a multidão para a qual Ele estava falando e que o seguia. Por quê? Porque o seu coração, as suas vísceras se envolveram. O Senhor, com a sua compaixão, se envolveu neste caso. Teve compaixão”.

ORAÇÃO   Deus todo-poderoso, que destes ao mártir Santos André Kim Taegón e companheiros a graça de sofrer pelo Cristo, ajudai também a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa fé, como eles não hesitaram em morrer por vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

EVANGELHO (LC 7,31-35)
 O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
 Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: 31“Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’
33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”.
 Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Recadinho: - Se Jesus me aparecesse agora, como reagiria? - Tenho consciência de que Ele se faz presente em minha vida de tantos modos? Como? - Será que o mundo tem melhorado? Em que aspectos? - É fácil contentar a todos? - Procuro pelo menos fazer a minha parte e seguir minha consciência de cristão(ã) consciente?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
«Com quem, então, vou comparar as pessoas desta geração?»
Rev. D. Xavier SERRA i Permanyer
(Sabadell, Barcelona, Espanha)
Hoje, Jesus constata a dureza de coração das pessoas de seu tempo, especialmente os fariseus, tão seguros de si mesmos que não há quem os converta. Não se calam nem diante de João Batista, «que não comia pão, nem bebia vinho» (Lc 7,33), e o acusavam de possuir um demônio; tampouco se calam diante do Filho do homem, «que come e bebe», acusando-o de comilão e bêbedo e, «amigo de publicanos e pecadores» (Lc 7,34). Atrás dessas acusações se escondem seu orgulho e arrogância: ninguém lhes vai dar lições; não aceitam a Deus, senão que fazem seu próprio Deus, um Deus que não os mova de suas comodidades, privilégios e interesses.
Nós também temos esse perigo. Quantas vezes criticamos tudo: se a Igreja diz isso, por que diz isso, se diz o contrário... E até mesmo, poderíamos criticar nos referindo a Deus ou aos outros. No fundo, talvez inconscientemente, queremos justificar nossa preguiça e falta de desejo de uma verdadeira conversão, justificar nossa comodidade e falta de docilidade. Disse São Bernardo: «Há algo mais lógico que não ver as próprias chagas, especialmente se as tapou com a finalidade de não poder vê-las? Disso resulta que, ainda que outro as ache, defenda com teimosia que não são chagas, deixando que seu coração se abandone a palavras falsas».

Deixemos que a Palavra de Deus chegue ao nosso coração e nos converta, nos mude, nos transforme com sua força. Mas para isso, peçamos o dom da humildade. Somente o humilde pode aceitar a Deus; e permitir que se aproxime de nós, que como publicanos e pecadores necessitamos que nos cure. Ai daquele que creia que não necessita do médico! O pior para um doente é acreditar-se sadio, porque o mal avançará e nunca será medicado. Todos estamos doentes de morte, e somente Cristo pode nos salvar, sejamos ou não conscientes disso. Demos graças ao Salvador, acolhendo-o como tal!
SANTO DO DIA
SANTO ANDRÉ KIM TAEGON E COMPANHEIROS
A Igreja católica estabelecida na Coréia tem uma característica particular: nasceu da iniciativa missionária de leigos. A raiz do catolicismo coreana foram as comunidades chinesas. A expansão das comunidades na Córeia fez com que elas recebessem oficialmente um sacerdote vindo de Roma.
Em pouco tempo a comunidade cresceu possuindo milhares de fiéis. Porém, começaram a sofrer perseguições por parte dos governantes e poderosos, inimigos da liberdade, justiça e fraternidade, pregadas pelos missionários. Tentando acabar com o cristianismo matavam seus seguidores. Não sabiam que o sangue dos mártires é semente de cristãos.
Entre os mártires que a Igreja canonizou na Coréia está André Kim Taegon, o primeiro sacerdote mártir coreano. André nasceu em 1821 numa família da nobreza e profundamente cristã. Seu pai, por causa das perseguições, havia formado uma "igreja particular" em sua casa, nos moldes daquelas dos cristãos dos primeiros tempos, para rezarem, pregarem o Evangelho e receberem os Sacramentos.
André tinha quinze anos quando resolveu se preparar para o sacerdócio. Depois de muitos desafios fez-se padre em Xangai. Devido à sua condição de nobre e conhecedor dos costumes e pensamento local, obteve ótimos resultados no seu apostolado de evangelização.
Durante um trabalho missionário, André foi preso pelas autoridades coreanas. Num gesto de coragem professou a fé em Cristo. Seu gesto custou-lhe a vida. André foi decapitado na cidade de Seul em 1846. Na mesma ocasião foram martirizados cento e três homens, mulheres, velhos e crianças, sacerdotes e leigos, ricos e pobres.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
REFLEXÃO :  O sacrificio dos mártires coreanos, aceitado de bom grado por Jesus Cristo que os havia conquistado, deu sem dúvida uma abundante colheita e devemos rezar para que continue a ser fonte de orgulho, esperança, força e inspiração para todos os cristãos.

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bom dia evangelho - 19.setembro.017 - terça-feira

Bom dia evangelho


19 de setembro do ano da graça do Senhor de 2017
Dia Litúrgico: Terça-Feira da 24ª semana do Tempo Comum
Papa Francisco durante a Missa em Santa Marta. Foto: L'Osservatore Romano
VATICANO, 18 Set. 17 / 10:03 am (ACI).- Em sua homilia durante a Missacelebrada na Casa Santa Marta na manhã de hoje, o Papa Francisco pediu aos cristãos para que rezem pelos seus governantes porque não fazê-lo “é pecado”.
O Santo Padre também pediu aos governantes que rezem para que sejam capazes de realizar a sua missão e não se fecharem em si mesmos, pois “os governantes que são conscientes de sua responsabilidade ante do povo e ante de Deus, rezam”.
Em seu ensinamento, o Pontífice encorajou a fazer o exame da consciência: “Se você é um governante, se pergunte: ‘Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?’ Se não é um governante, ‘rezo pelos governantes?’ E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”.
“Mas, Padre, como vou rezar por ele que faz tantas coisas ruins?”, disse o Papa como uma possível resposta a esse pedido de oração por aqueles que governam, inclusive se eles são maus governantes. Neste caso, “precisam mais do que nunca da oração. Reze, faça penitência pelo governante”.

ORAÇÃO 
Deus eterno e todo-poderoso, que a vossos pastores associates São Januário, a quem destes a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

EVANGELHO (LC 7,11-17)
 O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
 Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 11 Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12 Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13 Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores !”
14 Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te !” 15 O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16 Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. 17 E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira e por toda a redondeza.
 Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Recadinho: - Já vivi a experiência de ter que dizer a alguém que recobre ânimo, que se levante? - Consigo ver desafios nas dificuldades e barreiras da vida? - Busco forças em Deus? - Posso dizer que sirvo de apoio aos que, a meu lado, estão caindo? - Consigo manter o ânimo? - Sei fazer-me presente?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
«Jovem, eu te digo, levanta-te!»
+ Rev. D. Joan SERRA i Fontanet (Barcelona, Espanha)
Hoje se encontram duas comitivas. Uma comitiva que acompanha à morte e a outra que acompanha à vida. Uma pobre viúva seguida por seus familiares e amigos, levava o seu filho ao cemitério e de repente, vê a multidão que ia com Jesus. As duas comitivas se cruzam e se param, e Jesus lhe diz à mãe que ia enterrar o seu filho: «Não chores» (Lc 7,13). Todos ficam olhando Jesus, que não permanece indiferente a dor e ao sofrimento daquela pobre mãe, mas, pelo contrário, se compadece e lhe devolve a vida ao seu filho. E, é que encontrar a Jesus é encontrar a vida, pois Jesus disse de si mesmo: «Eu sou a ressurreição e a vida» (Jo 11,25). São Bráulio de Saragoça escreve: «A esperança da ressurreição deve-nos confortar, porque voltaremos a ver no céu a quem perdemos aqui».
Com a leitura do fragmento do Evangelho que nos fala da ressurreição do jovem de Naim, poderia salientar a divindade de Jesus e insistir nela, dizendo que somente Deus pode voltar um jovem à vida; mas hoje preferiria salientar a sua humanidade, para não ver Jesus como um ser alheio, como um personagem tão diferente de nós, ou como alguém tão excessivamente importante que não nos inspire a confiança que pode nos inspirar um bom amigo.
Os cristãos devemos saber imitar Jesus. Devemos pedir a Deus a graça de ser Cristo para os demais. Tomara que todo aquele que nos veja, possa contemplar uma imagem viva de Jesus na terra! Quem via São Francisco de Assis, por exemplo, via a imagem viva de Jesus. Os santos são aqueles que levam Jesus nas suas palavras e obras e imitam seu modo de atuar e a sua bondade. A nossa sociedade precisa de santos e você pode ser um deles no seu lugar.
SANTO DO DIA - SÃO JANUÁRIO (SÃO GENNARO)
Considerado um homem bom, caridoso e zeloso com as coisas da fé, foi eleito Bispo de Benevento, uma cidade situada a setenta quilômetros da sua natalina. Era uma época em os inimigos do Cristianismo submetiam os cristãos a testemunharem sua fé através dos terríveis martírios seguidos de morte. Segundo a tradição Januário foi martirizado na época do Imperador Diocleciano no ano de 304.
O Bispo Januário foi preso com mais alguns membros do clero, sendo todos julgados e sentenciados à morte num espetáculo público no Circo. Sua execução era mesmo para ser um verdadeiro evento macabro, pois seriam jogados aos leões para que fossem devorados aos olhos do povo chamado para assistir. Porém, as feras tornaram-se mansas e não lhes fizeram mal. O imperador determinou então que fossem todos degolados alí mesmo.
Segundo a antiga tradição, alguns cristãos piedosamente recolheram em ampolas o sangue do Bispo Januário e o guardaram como a preciosa relíquia que viria a ser um dos mais misteriosos e incríveis milagres da Igreja Católica.
O sangue do mártir é guardado cuidadosamente na catedral de Nápoles. Durante a sua festa, no dia 19 de setembro, todos os anos sua imagem é exposta à imensa população de fiéis. Por várias vezes, nesta ocasião a relíquia do seu sangue se liquefaz, adquirindo de novo a aparência de recém-derramado e a coloração vermelha. Um mistério que só mesmo a fé consegue entender e explicar.
Por tudo isto, o povo de Nápoles e todos católicos devotam enorme veneração por São Januário. Até a história dessa linda cidade italiana, cravada ao pé da montanha do Vesúvio, se confunde com a devoção dedicada a ele, que os protege das pestes e das erupções do referido vulcão.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
REFLEXÃO : A vida de São Januário mistura tradições e fatos. O que importa é receber deste santo o exemplo de amor e seguimento do Cristo, a ponto de doar por ele o sangue nas arenas do martírio. As tradições piedosas são apenas detalhes de uma existência dedicada a pregação do evangelho.

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domingo, 17 de setembro de 2017

BOM DIA EVANGELHO - 18.SETEMBRO.017

BOM DIA EVANGELHO

18 DE SETEMBRO DO ANO DA GRAÇA DO SENHOR DE 2017
Dia Litúrgico: Segunda-feira da 24ª semana do Tempo Comum
Papa Francisco durante o Ângelus. Foto: Lucía Ballester / ACI Prensa
VATICANO, 17 Set. 17 / 09:25 am (ACI).- O tema central da oração do Ângelus deste domingo foi o “perdão”, que não se pode dar se alguém fecha seu coração ao amor aos demais e se é incapaz de sentir-se perdoado, segundo explicou o Papa Francisco.
O Papa afirmou que o Evangelho do dia “nos oferece um ensinamento sobre o perdão, que não nega o mal imediatamente, mas reconhece que o ser humano, criado à imagem de Deus, é sempre maior do que o mal que comete”.
Francisco recordou as palavras de Jesus com as quais afirma que se deve perdoar até setenta vezes sete. “A Pedro já parece o máximo perdoar sete vezes uma mesma pessoa, e talvez a nós já pareça muito fazê-lo duas vezes, mas Jesus lhe responde ‘setenta vezes sete’”.

ORAÇÃO 
Ó Deus, que por disposição admirável de vossa sabedoria, quisestes atrair todas as coisas do vosso Filho exaltado da terra, fazei que, na vossa bondade, livres dos desejos terrenos, pela intercessão e exemplo de São José de Copertino, possamos conformar-nos em tudo ao vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.
EVANGELHO (LC 7,1-10)
O Senhor esteja convosco.Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. 2Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. 3O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. 4Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, 5porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”.
6Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. 7Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente a teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. 8Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado ‘Faze isto!’, e ele o faz’”.
9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. 10Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde. Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Recadinho: - Que lugar ocupa a humildade em minha vida? - Sou sincero e objetivo no que digo e faço? - Do oficial disseram que ele estimava seu povo. De mim podem dizer o mesmo? - Peço a Deus que me fortaleça na fé? - Desespero-me facilmente diante das dificuldades?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
«Eu vos digo que nem mesmo em Israel encontrei uma fé tão grande»
Fr. John A. SISTARE
(Cumberland, Rhode Island, Estados Unidos)
Hoje somos confrontados com uma questão interessante. Porque o Centurião do Evangelho não foi pessoalmente ter com Jesus, mas preferiu mandar mensageiros com o pedido de cura para seu servo? O Centurião nos responde essa pergunta na passagem do Evangelho. «[...] nem fui pessoalmente ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e meu servo ficará curado». (Lc 7,7).
O Centurião possuía a virtude da fé, acreditava que Jesus poderia fazer esse milagre se estivesse de acordo com sua divina vontade. A fé permitiu ao Centurião acreditar que onde quer que Jesus esteja, ele poderia curar o servo doente. O Centurião acreditava que nenhuma distância poderia impedir ou deter o Cristo de fazer sua obra de salvação.
Em nossas próprias vidas, somos chamados a ter esse mesmo tipo de fé. Há momentos em que somos tentados a pensar que Jesus está distante e não ouve nossas orações. Entretanto, a fé ilumina nossas mentes e corações, para que acreditemos que Jesus está sempre ao nosso lado para nos ajudar. Em verdade, a presença curativa de Jesus na Eucaristia é um lembrete de que Jesus está sempre conosco. Santo Agostinho, com os olhos da fé, acreditava nesta realidade: «O que vemos é o pão e o cálice; isso é o que nossos olhos nos mostram. Mas o que nossa fé nos obriga a aceitar é que o pão é o Corpo de Cristo e o cálice é o Sangue de Cristo».

SANTO DO DIA

SÃO JOSÉ COPERTINO
No dia 17 de junho de 1603, nasceu no reino de Nápoles, na aldeia de Copertino, um menino de nome José, cujo pai, um pobre carpinteiro, mal conseguia sustentar a família. Ele veio ao mundo num pequeno estábulo, onde permaneceu nos primeiros meses de vida, porque o pai endividado teve que vender o pouco que possuíam.
O menino José não pode estudar por causa da pobreza familiar. Mas, apesar de iletrado, o menino foi criado no rigor dos ensinamentos de Cristo, pois sua família era muito religiosa. Quando completou dezessete anos, estava determinado a se tornar frade. Foi aceito no convento de pelos Frades Menores, que o acolheram e lhe deram uma tarefa simples: cuidar de uma mula.
Apesar da dificuldade que tinha em estudar, milagrosamente se saía muito bem nas provas para se tornar sacerdote. Também na sua vida começaram a se manifestar carismas, entre eles o dom da cura e o dom das ciências. Diz a tradição que frei José tinha o dom da levitação. Por tudo isto, já era venerado em vida como santo.
Em 1628 foi ordenado sacerdote. José de Copertino mergulhou tão profundamente nas coisas de Deus que acabou se tornando um conselheiro de padres, bispos, cardeais, chefes de estado e religiosos em geral. José de Copertino morreu aos sessenta anos de idade, no dia 18 de setembro de 1663. O local tornou-se imediatamente um Santuário à ele dedicado.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
REFLEXÃO:   São José é mestre de oração. Segundo a mais genuína tradição franciscana, ele sentia-se fascinado e comovido pelos mistérios da Encarnação e da Paixão do Senhor. Viveu em profunda união com o Espírito Santo do qual aprendia as coisas de Deus para depois as transpor numa linguagem simples e compreensível a todos. Quem o encontrava ouvia de boa vontade as suas palavras porque mesmo não sendo muito culto na linguagem e escrevendo com dificuldade, quando falava de Deus transformava-se.
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