BOM DIA EVANGELHO
26 DE DEZEMBRO DE 2017
TERÇA-FEIRA - SANTO ESTÊVÃO, O PRIMEIRO MÁRTIR - COR VERMELHA - ANO A
Papa
cumprimenta as famílias. Foto: L'Osservatore Romano
Vaticano,
22 Dez. 17 / 08:50 am (ACI).- O Papa Francisco se reuniu com os
funcionários do Vaticano e com suas famílias e deu este conselho aos pais:
“Nunca briguem diante das crianças. Nunca!”.
Em
uma audiência realizada na quinta-feira, 21 de dezembro, com os funcionários da
Santa Sé para desejar-lhes Feliz Natal, o Santo Padre fez uma série de
reflexões sobre a família.
Francisco
mostrou a sua preocupação pelas crises conjugais que afetam algumas famílias.
“Eu
vou ser sincero. Quando fico sabendo que uma família está em crise, que existem
crianças que se angustiam porque os pais brigam, eu sofro. Por isso, peço que
se deixem ajudar”, disse.
“Por
favor, salvem a família. Eu sei que não é fácil, há tantos problemas em um
matrimônio. Mas procurem pedir ajuda enquanto há tempo. Protejam a família!”.
“Eu
sei que entre vocês há alguns separados, eu sei e eu sofro com você. Mas
deixe-se ajudar. Se o assunto já está feito, pelo menos que as crianças não
sofram, porque quando os pais discutem, as crianças sofrem”.
O
Pontífice encorajou as famílias dos trabalhadores do Vaticano a procurar os
capelães quando tiverem problemas. “Para proteger sua família, peça a ajuda dos
capelães”.
Além
disso, recordou que “Deus nos criou família. A imagem de Deus é o matrimônio:
homem e mulher, fecundos. ‘multiplicai’, façam filhos, Sigam em frente”. Hoje
eu fiquei muito feliz, quando vi tantas crianças aqui, tantas famílias. Por
favor, protejam a família”, reiterou.
EVANGELHO (MT 10,17-22)
O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo †
segundo Mateus.
Glória
a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus
apóstolos: 17 “Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais
e vos açoitarão nas suas sinagogas. 18 Vós sereis levados diante de
governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das
nações. 19 Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que
dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. 20 Com
efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é
que falará através de vós. 21 O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai
entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. 22 Vós
sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim,
esse será salvo.
Palavra da Salvação. Glória
a vós, Senhor.
Recadinho: -
Alguém ainda é insultado nos tempos de hoje por causa de sua fé? - Será que
ainda temos respeito humano que nos impeça de demonstrar publicamente a fé? -
Tenho receio de tomar atitudes que revelam publicamente minha prática
religiosa? - Como reage diante de brincadeiras que ridicularizam a fé? - E
brincadeiras que desvalorizam os sacramentos da Igreja?(Padre Geraldo
Rodrigues, C.Ss.R)
«Eles vos levarão aos seus
tribunais e açoitar-vos-ão»
Fray Josep Mª MASSANA i Mola
OFM (Barcelona, Espanha)
Hoje, mal acabámos de saborear a
profunda experiência do Nascimento do Menino Jesus, muda o panorama litúrgico.
Podíamos pensar que celebrar um mártir não combina com o encanto do Natal… O
martírio de Sto. Estevão, que veneramos como protomártir do cristianismo, entra
plenamente na teologia da Encarnação do Filho de Deus. Jesus veio ao mundo para
derramar o seu Sangue por nós. Estevão foi o primeiro a derramar o seu sangue
por Jesus. Lemos neste Evangelho como o próprio Jesus o anuncia: «Eles vos
levarão aos seus tribunais e (…) sereis levados diante dos governadores e dos
reis: servireis de testemunha» (Mt 10,17.18). Precisamente, “mártir” significa
exactamente isto: testemunha.
Este testemunho de palavras e de obras dá-se graças à força do Espírito Santo: «O Espírito do vosso Pai (…) falará em vós» (Mt 10,19). Tal como lemos nos “Actos dos Apóstolos”, capítulo 7, Estevão, levado aos tribunais, deu uma lição magistral, percorrendo o Antigo Testamento, demonstrando que todo ele converge no Novo, na Pessoa de Jesus. N’Ele se cumpre tudo o que tinha sido anunciado pelos profetas e ensinado pelos patriarcas.
Na narrativa do seu martírio encontramos uma belíssima alusão trinitária: «Estevão, cheio do Espírito Santo, fitou o céu e viu a glória de Deus e Jesus de pé à direita de Deus» (Act 7,55). A sua experiência foi como uma antecipação da Glória do Céu. E Estevão morreu como Jesus, perdoando aos que o imolavam: «Senhor, não lhes leves em conta este pecado» (Act 7,60); rezou as palavras do Mestre: «Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem» (Lc 23, 34).
Peçamos a este mártir que saibamos viver como ele, cheios do Espírito Santo, a fim de que, fixando o olhar no céu, vejamos Jesus à direita de Deus. Esta experiência fará que gozemos já do céu, enquanto estamos na terra.
Este testemunho de palavras e de obras dá-se graças à força do Espírito Santo: «O Espírito do vosso Pai (…) falará em vós» (Mt 10,19). Tal como lemos nos “Actos dos Apóstolos”, capítulo 7, Estevão, levado aos tribunais, deu uma lição magistral, percorrendo o Antigo Testamento, demonstrando que todo ele converge no Novo, na Pessoa de Jesus. N’Ele se cumpre tudo o que tinha sido anunciado pelos profetas e ensinado pelos patriarcas.
Na narrativa do seu martírio encontramos uma belíssima alusão trinitária: «Estevão, cheio do Espírito Santo, fitou o céu e viu a glória de Deus e Jesus de pé à direita de Deus» (Act 7,55). A sua experiência foi como uma antecipação da Glória do Céu. E Estevão morreu como Jesus, perdoando aos que o imolavam: «Senhor, não lhes leves em conta este pecado» (Act 7,60); rezou as palavras do Mestre: «Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem» (Lc 23, 34).
Peçamos a este mártir que saibamos viver como ele, cheios do Espírito Santo, a fim de que, fixando o olhar no céu, vejamos Jesus à direita de Deus. Esta experiência fará que gozemos já do céu, enquanto estamos na terra.
«Vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão »
+ Pe. Joan BUSQUETS i
Masana (Sabadell, Barcelona, Espanha)
Hoje, a Igreja celebra a festa do
seu primeiro mártir, o diácono São Estevão. O Evangelho, às vezes, parece
desconcertante. Ontem transmitia-nos sentimentos de gozo e de alegria pelo
Nascimento do Menino Jesus: «Os pastores retiraram-se, louvando e glorificando
a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, de acordo com o que lhes tinha
sido dito»(Lc 2,20). Hoje parece como se quisera-nos pôr sob aviso perante os
perigos: «Cuidado com as pessoas, pois vos entregarão aos tribunais e vos
açoitarão nas suas sinagogas» (Mt 10, 17). É que aqueles que queiram ser
testemunhos, como os pastores na alegria do Nascimento, devem ser valentes como
Estevão no momento de proclamar a Morte e Ressurreição de aquele Menino que
tinha nele a Vida.
O mesmo Espirito que cobriu com sua sombra a Maria, a Mãe virgem, para que fosse possível a realização do plano de Deus de salvar aos homens; o mesmo Espirito que posou sob os Apóstolos para que saíssem do seu esconderijo e difundiram a Boa Nova —o Evangelho— pelo mundo todo, é o que dá forças àquele menino que discutia com os da sinagoga e perante o que «não podiam resistir à sabedoria e ao Espirito com que falava» (Fts 6,10).
Era um mártir na vida. Mártir significa “testemunho”. E foi também mártir por sua morte. Em vida teve em consideração as palavras do Mestre: «Quando vos entregarem, não vos preocupeis em como ou o que falar. Naquele momento vos será dado o que falar» (Mt 10,19). «Cheio do Espírito Santo, Estêvão olhou para o céu e viu a glória de Deus; e viu também Jesus, de pé, à direita de Deus».(Ats.7,55). Estevão o viu e disse. Se o cristão hoje é um testemunho de Jesus Cristo, o que viu com os olhos da fé o vai dizer sem medo com as palavras mais compreensíveis, quer dizer, com fatos, com obras.
O mesmo Espirito que cobriu com sua sombra a Maria, a Mãe virgem, para que fosse possível a realização do plano de Deus de salvar aos homens; o mesmo Espirito que posou sob os Apóstolos para que saíssem do seu esconderijo e difundiram a Boa Nova —o Evangelho— pelo mundo todo, é o que dá forças àquele menino que discutia com os da sinagoga e perante o que «não podiam resistir à sabedoria e ao Espirito com que falava» (Fts 6,10).
Era um mártir na vida. Mártir significa “testemunho”. E foi também mártir por sua morte. Em vida teve em consideração as palavras do Mestre: «Quando vos entregarem, não vos preocupeis em como ou o que falar. Naquele momento vos será dado o que falar» (Mt 10,19). «Cheio do Espírito Santo, Estêvão olhou para o céu e viu a glória de Deus; e viu também Jesus, de pé, à direita de Deus».(Ats.7,55). Estevão o viu e disse. Se o cristão hoje é um testemunho de Jesus Cristo, o que viu com os olhos da fé o vai dizer sem medo com as palavras mais compreensíveis, quer dizer, com fatos, com obras.
SANTO DO DIA
SANTO ESTEVÃO
A primeira
pessoa que derramou seu sangue testemunhando a fé em Jesus Cristo foi santo
Estevão. Este jovem, pertencente a primeira comunidade cristã, morreu
apedrejado pelas lideranças judaicas.
Estevão foi eleito diácono da comunidade, ou seja, cabia a ele servir os pobres e as viúvas, recolhendo e distribuindo alimentos. Ele era um verdadeiro ministro da caridade, mas não se limitava ao trabalho social de que fora incumbido. Não perdia a chance de divulgar e pregar a Palavra de Cristo, e o fazia com tanto fervor e zelo, que chamou a atenção dos judeus.
Levado diante das autoridades judaicas, foi caluniado e acusado de subverter as leis de Moisés. Mas o jovem, inspirado pelo Espírito Santo, relembrou toda a história da salvação, mostrando que não havia blasfemado nem contra Deus nem contra a Lei.
As lideranças, porém, ficaram ainda mais iradas e o levaram aos gritos para fora da cidade, apedrejarando-o até a morte. Antes de tombar morto, Estevão repetiu as palavras de Jesus no Calvário, pedindo a Deus perdão para seus agressores. Entre os acusadores estava o futuro São Paulo.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
Estevão foi eleito diácono da comunidade, ou seja, cabia a ele servir os pobres e as viúvas, recolhendo e distribuindo alimentos. Ele era um verdadeiro ministro da caridade, mas não se limitava ao trabalho social de que fora incumbido. Não perdia a chance de divulgar e pregar a Palavra de Cristo, e o fazia com tanto fervor e zelo, que chamou a atenção dos judeus.
Levado diante das autoridades judaicas, foi caluniado e acusado de subverter as leis de Moisés. Mas o jovem, inspirado pelo Espírito Santo, relembrou toda a história da salvação, mostrando que não havia blasfemado nem contra Deus nem contra a Lei.
As lideranças, porém, ficaram ainda mais iradas e o levaram aos gritos para fora da cidade, apedrejarando-o até a morte. Antes de tombar morto, Estevão repetiu as palavras de Jesus no Calvário, pedindo a Deus perdão para seus agressores. Entre os acusadores estava o futuro São Paulo.(Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR)
REFLEXÃO
Santo
Estêvão foi o primeiro que, para seguir o Mestre Divino, sacrificou a própria
vida. A festa de seu martírio e a do Santo Natal, à qual está unida e cujo
pensamento completa, dão-nos uma lição de sacrifício. Seu martírio nos indica
um meio para nos ajudarmos a viver essa lição de sacrifício; seu martírio nos
permite ver os frutos preciosos dessa lição.
ORAÇÃO Deus de amor e de bondade, que possamos aprender de São Estevão a
humildade e o carinho pelos pobres, fazendo de nossa vida sinal que reluz para a
transformação do mundo. Por Cristo nosso Senhor. Amém.
TJL@ - ACIDIGITAL.COM – A12.COM –
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