BOM DIA EVANGELHO
Comunidade Shalom celebrará com o Papa seus 40
anos de evangelização dos povos
Por ocasião de seu 40º aniversário, a Comunidade Shalom
encontrará o Papa Francisco na segunda-feira, dia 26. Presentes em mais de 30
países, representantes da Comunidade estarão em Roma para “renovar nossa oferta
de vida aos pés do Sucessor de Pedro, o Papa Francisco, para dizer mais uma vez
que nós estamos aqui à disposição para colaborar com a missão da Igreja de
evangelização dos povos”, explica à Rádio Vaticano - Vatican News, o
responsável pela comunicação da Comunidade, Pe. Franco Galdino(Raimundo
de Lima/Silvonei Jose - Vatican News)
A
Comunidade Católica Shalom realizará em Roma, de 23 a 28 de setembro, a
Convenção Shalom 40 anos. O evento reunirá na Cidade Eterna os membros
da Comunidade espalhados praticamente no mundo inteiro para renovar a oferta de
vida a Deus para a evangelização dos homens. Os membros a comunidade são hoje
mais de 40 mil e cerca de 1.500 deles estarão em Roma nestes dias.
O
encontro tem como tema “Shalom: amigos de Deus, amigos dos jovens e amigos dos
pobres” e, nesta ocasião, se reunirão em Roma missionários provenientes da
América, África, Ásia e Europa. Entre as presenças confirmadas, a do fundador
da Comunidade, Moysés Azevedo, da cofundadora, Emmir Nogueira, do padre
Patrício Scialdini, dos cardeais Stanislaw Rylko, Kevin Joseph Farrel e Marc
Ouellet.
Reconhecimento
pontifício em 2012
Desde
quando a Comunidade recebeu o reconhecimento pontifício em 2012, o evento se
realiza em Roma a cada 5 anos. Convenções como esta se realizaram por ocasião
do 30º e do 35º aniversário da Comunidade.
Por
ocasião de seu 40º aniversário, a Comunidade Shalom encontrará o Papa Francisco
na segunda-feira, 26 de setembro. Presentes em mais de trinta países,
representantes da Comunidade estarão na Cidade Eterna – como afirma o fundador
Moysés Azevedo - para “renovar nossa oferta de vida aos pés do Sucessor de
Pedro, o Papa Francisco, para dizer mais uma vez que nós estamos aqui à
disposição para colaborar com a missão da Igreja de evangelização dos povos”,
explica o responsável
pela comunicação da Comunidade Shalom, padre Franco Galdino, em entrevista
à Rádio Vaticano – Vatican News, concedida a Silvonei José:
Oração: Senhor, nosso Deus,
que chamastes o Vosso servo, Santo Inácio de Santhiá ao caminho da perfeição
evangélica e o fizestes mestre e modelo das virtudes cristãs, concedei-nos a
graça de vivermos na nossa vida a santidade do Vosso Filho Jesus Cristo, que
vive convosco na unidade do Espírito Santo.
Evangelho (Lc 9,7-9):
Naquele tempo, o rei Herodes ouviu falar de tudo o
que estava acontecendo, e ficou confuso, porque alguns diziam que João Batista
tinha ressuscitado dos mortos. Outros diziam que Elias tinha aparecido; outros
ainda, que um dos antigos profetas tinha ressuscitado. Então Herodes disse: «Eu
mandei cortar a cabeça de João... Quem será esse homem, sobre quem ouço falar
estas coisas?». E procurava ver Jesus.
«Procurava ver Jesus»
Rev. P. Jorge R. BURGOS Rivera SBD(Cataño,
Porto Rico)
Hoje o texto do Evangelho nos diz que Herodes
queria ver Jesus (cf. Lc 9,9). Esse desejo de ver Jesus vem da curiosidade.
Falava-se muito de Jesus pelos milagres que ele ia realizando por onde passava.
Muitas pessoas falavam dele. A atuação de Jesus trouxe à memória do povo
diversas figuras de profetas: Elias, João Batista, etc. Mas, por ser simples
curiosidade, esse desejo não transcende. Tal é o fato que quando Herodes vê não
lhe causa maior impressão (cf. Lc 23,8-11). Seu desejo se desvanece ao vê-lo cara
a cara, porque Jesus se nega a responder suas perguntas. Esse silêncio de Jesus
delata Herodes como corrupto e depravado.
Nós, ao igual que Herodes, com certeza sentimos, alguma vez, o desejo de ver
Jesus. Mas já não contamos com ele Jesus em carne e osso como nos tempos de
Herodes, no entanto contamos com outras presenças de Jesus. Quero ressaltar
duas delas.
Em primeiro lugar, a tradição da Igreja fez das quintas-feiras um dia por
excelência para ver Jesus na Eucaristia. São muitos os lugares onde hoje está
exposto Jesus - Eucaristia. «A adoração eucarística é uma forma essencial de
estar com o Senhor. Na sagrada custódia está presente o verdadeiro tesouro,
sempre esperando por nós: não está ali por Ele, e sim por nós» (Bento XVI).
-Aproxime-se para que lhe deslumbre com sua presença.
Para o segundo caso podemos fazer referência a uma canção popular, que diz:
«Conosco está e não o conhecemos». Jesus está presente em tantos e tantos de
nossos irmãos que têm sido marginados, que sofrem e não têm ninguém que os
queira ver. Na sua encíclica Deus é Amor, diz o Papa Bento XVI: «O amor ao
próximo enraizado no amor a Deus é ante tudo uma tarefa para cada fiel, mas é
também para toda a comunidade eclesial». Assim, então, Jesus está lhe
esperando, com os braços abertos lhe recebe em ambas as situações. Aproxime-se!
Pensamentos para o Evangelho de hoje: «O Deus que
procuramos não é um Deus que esteja longe de nós. Lhe temos entre nós. Mora em
nós como a alma no corpo se somos para Ele, pelo menos, membros saudáveis a
quem o pecado não tem matado » (São Columbano, abade) «Herodes não foi capaz de
superar as camadas que bloqueavam seu coração. A ambição de poder, o egoísmo e
as convicções fracas afogaram essa possibilidade de descobrir a um Jesus que
sofria para lhe salvar » (Francisco) «Toda a sociedade refere os seus juízos e
a sua conduta a uma visão do homem e do seu destino. Fora das luzes do
Evangelho sobre Deus e sobre o homem, as sociedades facilmente resvalam para o
totalitarismo» (Catecismo da Igreja Católica, n° 2257)
Santo do Dia: Santo Inácio de Santhiá
Lourenço Maurício nasceu no dia 05 de junho de 1686, em Santhiá, na Itália. Era
o quarto de seis filhos, da rica família cristã. Aos sete anos ficou órfão de
pai. Desde menino ele cresceu na oração e amadureceu a sua vocação sacerdotal.
Em 1717
torna-se capuchinho e muda seu nome par Inácio. Desde então foi enviado para
vários Conventos, sempre obediente e honrado por poder servir os irmãos da
Ordem com a sua humilde pessoa.
Em 1727
passou a residir numa paróquia e tornou-se confessor, tarefa que desempenhou
nos últimos vinte e quatro anos de vida. Neste ministério demonstrou toda sua
caridade paterna, sabedoria e ciência, adquiridas nos livros e através das
orações contemplativas. A todos recebia com a maior caridade, porque os
pecadores eram os filhos mais doentes e necessitados de acolhida e compreensão.
Passou a ser chamado de: "padre dos pecadores e dos desesperados".
Em 1731 o
seu bom conceito de guia experiente e sábio, o levou a ocupar os cargos de mestre
dos noviços. Sua intenção era formar os jovens para a vida, a mortificação, a
penitência, e instruía, corrigia e encorajava com atenção e palavras amorosas,
fazendo o caminho difícil se tornar ameno. Morreu com fama de santidade no dia
21 de setembro de 1770 em admirável tranquilidade.(Colaboração: Padre Evaldo
César de Souza, CSsR)
Reflexão: Durante tempos turbulentos, santo Inácio soube ser o conforto e
a ajuda para quem a ele se dirigia. Passou sua vida a ensinar o catecismo aos
pequeninos e aos adultos, com uma competência, diligência e proveito
verdadeiramente singulares. Orientou exercícios espirituais, especialmente para
os religiosos, aos quais, com a palavra e com o exemplo, soube conduzir à
espiritualidade cristã e franciscana.
TJL – EVANGELI.NET – A12.COM – VATICANNEWS.VA
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