sexta-feira, 27 de novembro de 2009


Sexta-feira, 27 de novembro de 2009
XXXIV Semana do Tempo Comum, Ano C (impar), 2ª do Saltério (Livro III), cor Litúrgica Verde

Santos: Adalberto e Guido de Casauria (monges), Alano de Lavaur (abade), Erasmo de Alexandria (mártir), Imina de Karlburg (duquesa, abadessa), Jucunda de Reggio (virgem), Mercúrio de Cesaréia (mártir), Moisés de Roma (presbítero, mártir), Beatriz (religiosa, bem-aventurada), Bernardo de Ottobeuren (monge, bem-aventurado), Conrado de Heisterbach (monge, bem-aventurado), Egberto de Muensterschwarzach (abade, bem-aventurado), Isabel de Waldsee (virgem, bem-aventurada), Margarida de Savoya-Arcaya (religiosa, bem-aventurada)
Oração:
Levantai, ó Deus, o ânimo dos vossos filhos e filhas, para que, aproveitando melhor as vossas graças, obtenham de vossa paternal bondade mais poderosos auxílios. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo

Evangelho: Lucas (Lc 21, 29-33)
Jesus aponta sinais indicativos d iminência do reino de Deus

Naquele tempo, 29Jesus contou-lhes uma parábola: "Olhai a figueira e todas as árvores. 30Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto. 31Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o reino de Deus está perto. 32Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. 33O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar". Palavra da Salvação!

Comentário o Evangelho
A lição da figueira

Os cristãos são admoestados a se manterem em contínuo estado de vigilância em relação à história, uma vez que ela está sendo fermentada pelas realidades escatológicas. Urge, pois, perceber como nela se manifestam os sinais do fim.
A mensagem de Jesus nada tem a ver com os apocalipses da época, reservados a um grupo restrito de iniciados. Jesus ensina publicamente, sem a preocupação de selecionar seus ouvintes. Embora só os discípulos o compreendam, sua doutrina deve ser anunciada a todos os povos. Basta abrir-se para ele, para entender o conteúdo de seus ensinamentos.
A figueira e as demais árvores foram empregadas para ilustrar a parábola da escatologia. Vendo-as frutificar, é possível afirmar, sem perigo de engano, que o verão se aproxima. Igualmente, pode-se declarar que algo de novo estará acontecendo na história, quando a morte ceder lugar à vida, a escravidão abrir espaço para a liberdade, a injustiça for sobrepujada pela justiça, o ódio e a inimizade forem vencidos pelo amor e pela reconciliação.
Este germinar de esperança é um sinal evidente da presença do Filho do Homem, fazendo a escatologia acontecer. Chegará um tempo de plenitude. Este, porém, está sendo preparado pela aproximação paulatina daquilo que todos esperamos. [O EVANGELHO DO DIA. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1998]

Santa Catarina de Labouré e S.Gregório III

Não se pode negar quantas milhares de pessoas foram beneficiadas e o são, por terem recebido a Medalha Milagrosa e feito a Novena que traz o mesmo nome. Catarina era menina ainda: 9 anos de idade, quando perdeu a mãe, a qual era íntegra em todos os aspectos, de alma nobre e espírito místico exemplar. Nesse momento abraçou a imagem de Nossa Senhora e entre lágrimas exclamou: "De agora em diante a senhora será a minha mamãe!" Catarina morava na fazenda de seu pai e cuidava dos serviços da casa, especialmente de pombos os quais a rodeavam em multidões! Eram cerca de 800! Esta fazenda se situava em Fain-les-Moutiers - próxima a cidade de Borgonha. Nossa Senhora aceitou de bom grado tal especial maternidade e fez dela, uma filha dileta.

Quando mocinha teve um sonho, tal uma realidade: viu-se na igreja de Fain-les-Moutiers assistindo a uma Missa celebrada por um velho sacerdote. Ao terminar a celebração o padre voltou-se para ela e fez um sinal para que se aproximasse. Catarina se afasta e o sonho continua: vai visitar a um doente. Ao entrar se depara com o mesmo sacerdote. que lhe diz: "Minha filha...é bom cuidar dos enfermos. Agora você foge de mim, mas no futuro será feliz vindo até mim. Deus tem desígnios sobre você. Jamais se esqueça disso!" Ao despertar, Catarina pensa neste sonho sem o compreender.

Aos 18 anos de idade foi visitar a Congregação das Filhas da Caridade em Chântillon-sur-Seine. Ao entrar, surpreende-se com um quadro onde está o rosto daquele padre do sonho. Catarina perguntou: "Quem é?" E responderam-lhe: "É o nosso fundador, são Vicente de Paulo". Catarina, por fim, entendera... E aos 23 anos de idade, após conseguir vencer a resistência do pai, ingressou como postulante naquele mesmo convento das irmãs vicentinas. Em 21 de abril foi aceita no noviciado em Paris, na rue du Bac. Desde sua entrada no convento, santa Catarina foi favorecida com numerosas visões: o coração de são Vicente de Paula a pulsar (encontra-se incorrupto) Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento e a Santíssima Virgem. A primeira aparição foi na noite de 18 para 19 de julho de 1830. Catarina estava com 24 anos de idade. Era o dia do santo fundador. A Madre falara tanto sobre Nossa Senhora, que aumentou seu desejo em vê-La. E deitou-se com esse pensamento. Como haviam distribuído um pedacinho do roquete de linho de são Vicente, cortou-o pela metade e o engoliu, pedindo a são Vicente de Paulo esta imensa graça. Às onze e meia da noite ouviu alguém a lhe chamar pelo nome: "Irmã Labouré! Irmã Labouré!" Acordando, abriu a cortina e viu um menino que aparentava de 4 a 5 anos de idade, vestido de branco, que lhe disse: " Vinde depressa à Capela! A Santíssima Virgem vos espera! - ficai tranqüila, são onze e meia: todas as irmãs dormem um sono profundo!" Catarina vestiu-se depressa enquanto o menino permanecia na cabeceira de sua cama. Ela o seguiu. Sempre à sua esquerda, lançava raios de claridade por onde passava. Mas a surpresa maior de Catarina foi ver que, com apenas um toque de seu dedinho, a pesada porta da capela se abriu. Estava toda iluminada! O menino a conduziu até o lado da cadeira do diretor espiritual. Ali Catarina ajoelhou-se, enquanto o menino continuava em pé. Como o tempo de espera começasse a lhe parecer longo, Catarina percorreu os olhos pela galeria e sequer viu a irmã encarregada da vigília noturna. Por fim o menino exclamou: "Eis a Santíssima Virgem! Ei-la!" Nesse instante Catarina ouviu um ruído como um farfalhar de vestido de seda, vinda do alto. Levantou os olhos e viu-A num traje de cor marfim. Primeiramente Nossa Senhora ajoelhou-se diante do altar e em seguida sentou-se em uma cadeira. Ainda em dúvida se era Nossa Senhora, ouviu o menino dizer, mas desta vez, com voz adulta: "Eis a Santíssima Virgem!" Catarina deu um salto para junto d´Ela, ajoelhando num dos degraus do altar e ficou as mãos apoiadas nos joelhos de Nossa Senhora. Envolvida pelo momento indescritível e mais feliz de sua vida, Nossa Senhora disse a Catarina como deveria se conduzir diante do diretor espiritual, como se comportar diante dos sofrimentos e apontando com a mão esquerda para o pé do altar disse que ali receberia todas as consolações que necessitasse. Nossa Senhora disse também que a encarregava de uma missão e que Catarina muito haveria de sofrer; porém a tudo haveria de suportar pela glória de Deus. Disse que seria contrariada, desacreditada até mesmo pelo seu diretor espiritual. Seria inspirada am suas orações, que os tempos eram maus e calamidades abateriam a França. Disse ainda: Minha filha, agrada-me derramar minhas graças sobre esta comunidade em particular. Felizmente eu a amo muito. Mas estou triste por causa dos grandes abusos contra a regularidade. A Regra não está sendo observada. Há um grande relaxamento. Dize-o ao teu confessor. Ele precisa fazer tudo o que é possível para recolocar a Regra em vigor. Comunica-lhe. De minha parte, que vigie sobre as más leituras, as perdas de tempo e as visitas. Não temas! Deus e são Vicente de Paulo protegerão a comunidade. Eu mesma estarei convosco. Tenho sempre velado por vós e vos concederei muitas graças". Após outras palavras, Nossa Senhora partiu. O menino, iluminando o caminho, conduziu Catarina até a seu quarto e desapareceu. Catarina não conseguiu mais dormir. Eram duas horas da manhã. Portanto, Catarina havia ficado com o anjo e com Nossa Senhora, durante duas horas e meia! Tudo o que Nossa Senhora predisse, aconteceu.

O confessor de Catarina, Pe. Aladel mesmo vendo que todas as profecias já tinham ocorrido com o passar dos anos, ainda não conseguia crer que tivesse sido uma realidade, e sim, um sonho de Catarina e a proibiu de tocar no assunto, aconselhando-a apenas a imitar as virtudes da Mãe do Céu. Em 27 de Novembro de 1830, às 17,30 h as irmãs estavam todas reunidas na capela para meditação junto a Catarina, que se encontrava em profundo recolhimento. De repente Catarina viu a Santíssima Virgem, de estatura mediana e sua face erra tão bela que era impossível descrevê-la. Seus pés estavam, pousados sobre uma grande esfera de ouro, que representava o globo terrestre. De seus dedos saíam raios - cada um mais belo que o outro - das pedras preciosas que se encontravam em seus dedos. "Esses raios são o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mas pedem: os anéis dos quais não partem os raios, representam as graças que se esquecem de me pedir". E após outras palavras, formou-se em torno de Nossa Senhora como uma medalha oval na qual estava escrita as seguidas palavras: "Oh Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós" Depois apareceu o reverso da medalha: no centro a letra "M" encimada por uma cruz. Sob a figura, os corações de Jesus e de Maria, o primeiro coroado de espinhos, transpassado por um gládio. Catarina contou ao seu diretor espiritual, que mais uma vez não lhe acreditou. Mas percebendo o comportamento da noviça, tão cheia de simplicidade e humildade, sempre alegre, caridosa, decidida, piedosa, para alívio de consciência procurou pelo arcebispo o qual lhe disse: "Nada vejo de mal em mandar cunhar uma medalha assim. E desejo que a primeira seja minha!" Em 26 de março de 1832 iniciou-se a cunhagem da Medalha. Em 30 de junho, a indústria Vacchete entrega as primeiras 1500 medalhas. Imediatamente o padre Aladel leva a primeira delas ao arcebispo Dom Quelen, fazendo, em seguida uma distribuição entre as freiras. Ao recebê-la, Catarina comenta apenas: "Agora é preciso propagá-la". Ninguém sabia a quem aparecera a Virgem, somente o seu diretor espiritual. Com a chegada de uma grande epidemia muitos foram curados surpreendentemente pelo uso da Medalha Milagrosa e assim não se vencia mais a procura dessas santas Medalhas. Enquanto isso Catarina assistia silenciosamente a muitas conversões e curas, servindo em seu segredo aos pobres velhos do asilo de Enghien, fiel às suas obrigações, discreta, sempre bem humorada, serena, bondosa. Durante 46 anos permaneceu no anonimato.

Catarina nos momentos próximos à sua morte, recebe do Céu a vontade de Deus para que se revelasse. Sua superiora, que muitas vezes a houvera tratado severamente, ao ouvir esta notícia pelos lábios de Catarina, ajoelhou-se e se humilhou diante dela. Três dias após foi enterrada numa sepultura cavada na capela da rue du Bac. Passados 60 anos, em 21 de março de 1933, seu corpo foi encontrado incorrupto. Um médico ergueu as pálpebras da santa e recuou, reprimindo a muito custo, um grito de espanto: os magníficos olhos azuis que contemplaram a Virgem Santíssima pareciam palpitante de vida. A Igreja elevou santa Catarina de Labouré aos altares em 27 de Julho de 1947. Hoje ainda os fiéis podem visitar e venerar o corpo incorrupto da santa, exposto na Casa das Filhas da Caridade, em Paris.

São Gregório III
Em 18 de março de 731, são Gregório tornou-se Papa, principalmente pelas virtudes da prudência e bondade. Uma das leis de um Sínodo feito por ele, foi "Seja excluído da Igreja quem tirar, insultar ou destruir as imagens de Cristo, de Sua Mãe e dos Santos". Governou a Igreja em uma época muito difícil, em tempos que a Espanha queria invadir o resto da Europa. Foi um Papa bastante caridoso para com os pobres, douto e santo. Encontra-se sepultado no Vaticano.
Fonte:
www.arautos.org.br - www.mundo.catolico.org.br
Aos católicos do VietnamAnunciar a Cristo e promover a reconciliação, exortou o Papa Bento XVIVATICANO, 26 Nov. 09 (ACI) .- Em sua mensagem aos católicos do Vietnam que celebra o 350° aniversário da criação dos vicariatos apostólicos de Tonkin e Cochinchina e do 50° aniversário do estabelecimento da hierarquia católica no país, o Papa Bento XVI alentou a trabalhar, neste Ano Jubilar, pelo anúncio do Evangelho de Cristo para promover a reconciliação.
Existem flores nos jardins bem cuidados.
Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.Florescer, ainda que e as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...TJL@27112009-0936LT

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